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Maria Estela Guedes

Novo livro de Maria Estela Guedes sobre Herberto Helder, publicado no Brasil

A Escrituras Editora, dentro da Coleção Ponte Velha, edição apoiada pelo Ministério da Cultura de Portugal e pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB/Portugal), publica A obra ao rubro de Herberto Helder, de Maria Estela Guedes. A organização e prólogo da obra são de Floriano Martins e imagens de Eduardo Guimaraes.

Neste segundo ensaio de Maria Estela Guedes sobre Herberto Helder (Funchal, Portugal, 1930), autor de Ofício Cantante, há dois aspectos inusitados: um estrutural e outro biográfico. Nele, a obra herbertiana é analisada de acordo com modelos oriundos da Biologia e uma visão nova da biografia de Herberto Helder, ainda não atendida pela Academia, decorre da pesquisa dos artigos e crônicas que o poeta publicou no jornal Notícia, de Luanda, quando por Angola andou em tempo de guerra, com a missão de repórter.

Herbert Helder, uma misteriosa figura que não se deixa captar por fotografias nem por questionários de jornalistas, rejeita prêmios e homenagens, é hoje um poeta que esgota primeiras edições rapidamente, cujos livros desaparecem das livrarias e tem sua poesia estudada nos cursos de literatura de universidades européias e estadunidenses.

Este livro não é o primeiro de Maria Estela Guedes sobre o poeta madeirense. Em 1979, publicou Herberto Helder, Poeta Obscuro (Lisboa, Moraes Editores), esse, sim, primeiro ensaio e sua obra de estreia.

Sobre o autor:
Maria Estela Guedes nasceu em Britiande (Lamego), em 1947. Dramaturga, narradora, poeta, ensaísta e editora. Membro da Associação Portuguesa de Escritores (APE), do Centro Interdisciplinar de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade de Lisboa (CICTSUL) e do Instituto S. Tomás de Aquino (ISTA). Pesquisadora no Centro Interdisciplinar de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade de Lisboa (CICTSUL). Dirige duas coleções na Apenas Livros, Lápis de Carvão e Naturarte, e o site TriploV, em www.triplov.com. É autora dos livros Herberto Helder, poeta obscuro (1979), SO2 (1980), Eco, pedras rolantes (1983), Crime no museu de philosophia natural (1984), Mário de Sá Carneiro (1985), O lagarto do âmbar (1987), Ernesto de Sousa. Itinerários (1987), além de ter colaborado e co-organizado outros 14 livros, dentre eles Tríptico a solo, da mesma Coleção Ponte Velha, Escrituras Editora (2007), que alia um livro de poemas a duas peças de teatro.

A Coleção Ponte Velha foi criada por Carlos Nejar (Brasil), poeta, ficcionista e crítico, membro da Academia Brasileira de Letras e pelo poeta António Osório (Portugal).

Conheça todos os títulos da Coleção.
 

MARIA ESTELA GUEDES

A obra ao rubro de Herberto Helder

Org. de Floriano Martins

São Paulo, Escrituras, 2010

Escrituras Editora e Distribuidora de Livros Ltda. - Rua Maestro Callia, 123, Vila Mariana, São Paulo, SP
CEP 04012-100 - Telefax: 55 (11) 5904-4499

vendas@escrituras.com.br

http://www.escrituras.com.br/

PARA COMPRAR
http://www.escrituras.com.br/livro.php?isbn=9788575313862

ONDE COMPRAR
http://www.escrituras.com.br/onde_comprar.php

Maria Estela Guedes (1947, Britiande / Portugal). Diretora do Triplov

Membro da Associação Portuguesa de Escritores, do Centro Interdisciplinar da Universidade de Lisboa e do Instituto São Tomás de Aquino. Directora do TriploV.

LIVROS

“Herberto Helder, Poeta Obscuro”. Moraes Editores, Lisboa, 1979;  “SO2” . Guimarães Editores, Lisboa, 1980; “Eco, Pedras Rolantes”, Ler Editora, Lisboa, 1983; “Crime no Museu de Philosophia Natural”, Guimarães Editores, Lisboa, 1984; “Mário de Sá Carneiro”. Editorial Presença, Lisboa, 1985; “O Lagarto do Âmbar”. Rolim Editora, Lisboa, 1987; “Ernesto de Sousa – Itinerário dos Itinerários”. Galeria Almada Negreiros, Lisboa, 1987 (colaboração e co-organização); “À Sombra de Orpheu”. Guimarães Editores e Associação Portuguesa de Escritores, Lisboa, 1990; “Prof. G. F. Sacarrão”. Lisboa. Museu Nacional de História Natural-Museu Bocage, 1993; “Carbonários : Operação Salamandra: Chioglossa lusitanica Bocage, 1864”. Em colaboração com Nuno Marques Peiriço. Palmela, Contraponto Editora, 1998; “Lápis de Carvão”. Apenas Livros Editora, Lisboa, 2005; “A_maar_gato”. Lisboa, Editorial Minerva, 2005; “À la Carbonara”. Lisboa, Apenas Livros Lda, 2007. Em co-autoria com J.-C. Cabanel & Silvio Luis Benítez Lopez; “A Boba”. Apenas Livros Editora, Lisboa, 2007; “Tríptico a solo”. São Paulo, Editora Escrituras, 2007; “A poesia na Óptica da Óptica”. Lisboa, Apenas Livros Lda, 2008; “Chão de papel”. Apenas Livros Editora, Lisboa. 2009; “Géisers”. Bembibre, Ed. Incomunidade, 2009; “Quem, às portas de Tebas? – Três artistas modernos portugueses”. Editora Arte-Livros, São Paulo, 2010. "A obra ao rubro de Herberto Helder", São Paulo, Escrituras Editora, 2010.

ALGUNS COLECTIVOS

"Poem'arte - nas margens da poesia". III Bienal de Poesia de Silves, 2008, Câmara Municipal de Silves. Inclui CDRom homónimo, com poemas ditos pelos elementos do grupo Experiment'arte. “O reverso do olhar”, Exposição Internacional de Surrealismo Actual. Coimbra, 2008; “Os dias do amor - Um poema para cada dia do ano”. Parede, Ministério dos Livros Editores, 2009. Entrada sobre a Carbonária (Maçonaria Florestal) no Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal, 2010.

TEATRO

Multimedia “O Lagarto do Âmbar, levado à cena em 1987, no ACARTE, Fundação Calouste Gulbenkian, com direcção de Alberto Lopes e interpretação de João Grosso, Ângela Pinto e Maria José Camecelha, e cenografia de Xana; “A Boba”, levado à cena em 2008 no Teatro Experimental de Cascais, com encenação de Carlos Avilez, cenografia de Fernando Alvarez  e interpretação de Maria Vieira. 

   
   

 

 

 


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