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Maria Estela Guedes

Quanto vale o TriploV?

Na Internet, encontramos de tudo, incluídas máquinas que guardam os nossos textos para a posteridade (Archive Net), outras que contam quantos visitantes temos por dia, quantas páginas lê cada um, que nos comparam com outros sites, etc. (Alexa), e agora decobri um site que calcula o nosso valor em dólares (Website in Depth).

Não tenciono vender o TriploV, pelo menos enquanto conseguir geri-lo, à minha péssima maneira e não à excelente maneira de A, B ou C. No entanto, é interessante saber que está avaliado neste preciso instante (8 de Julho de 2010, cerca de 18 h, hora de Portugal) em 32.910 dólares.

Outra máquina existente na Internet faz as conversões monetárias (http://www.oanda.com/lang/pt/currency/converter/), o que nos dá a razoável quantia de 26.113 euros. 

A Internet ensinou-me que no seu espaço de ação o segredo não é a alma do negócio. Realmente, estas informações não foram solicitadas por mim, elas estão disponíveis para todos, gratuitamente. Por isso, minha cara e meu caro triplovnautas, basta irem confirmar às fontes, se pensam que estou a fazer publicidade enganosa. No caso do valor em dólares, confirmam clicando no endereço abaixo:

http://websiteindepth.com/www.triplov.com
 

Pergunte, para ficar a saber como pode controlar tudo o que na Internet for publicado sobre si: "Então, se não solicitou estas informações, como teve acesso a elas?"

Outra engenhoca da Internet é o sistema de alertas do Google, que nos permite pedir-lhe que nos avise sempre que sair alguma informação nova sobre o que se queira: se for sobre nós, damos o nosso nome, se for um tema, indicamos "Guiné-Bissau", no caso vertente, dei a palavra-chave "Triplov".

Estes são alguns dos meus pedidos de alerta. Por isso sei quem faz links para nós, quem usa os meus artigos, quem nos cita, etc., e sei quem passou pelo TriploV, achou o site economicamente viável, e resolveu avaliá-o. Foi o pior dos momentos para a avaliação; na Europa, as aulas acabaram, professores e alunos estão de férias, por isso os índices estatísticos entram em queda lancinante. Neste momento, o TriploV está com um terço do tráfego que teve em Março, mês dos saltos em altura, como Novembro. Em Março, o valor seria triplo, portanto cerca de oitenta mil euros. Como a tendência é para o site ir crescendo em conteúdos, o que arrasta após si mais tráfego de leitores, o seu valor intelectual e artístico está em permanente actualização monetária.

Diz o Magno Urbano, ciberespecialista, nosso engenheiro de sistema: "O problema é conseguir comprador, pois em Portugal são poucos os que valorizam as coisas de Internet".

Claro, e não é só a questão de valorizar, é também a de saber mexer no computador e nos programas de Internet. Estou cansada de pedir aos escritores que se instruam, que leiam as Normas de Publicação, que aprendam a mexer em computadores, etc., etc.. Há países de língua portuguesa que valorizam a Internet, há escritores que dão valor a este espaço de edição, e alguns, poucos, são portugueses, vá. Mas a maioria dos que valorizam vivem em países tecnologicamente mais avançados.

Ah, sim, Magno, vais dar uivos, mas olha que, quando eu vender, será ao Brasil, e farei um preço fraterno, amigável, irrecusável. Aliás, já foste ver como anda a audiência por países? Ontem o Brasil estava no topo da nossa audiência, e logo a seguir, num segundo lugar honroso, vinham os Estados Unidos da América. Se os USA avaliam, sem nada lhes ter pedido, são bem capazes até de um dia destes fazerem uma proposta de compra...

Que lugar da lista ocupa Portugal? Olha, não reparei, mas acho que os portugueses, com estes 40 graus de derreter pedras, nem devem figurar nela, de certeza que foram todos para a praia...

E o Luís Reis, que vos publica as notícias no Triplov II - O blog do TriploV, também vai de férias na última semana de Julho. Nessa altura fechamos a loja, por isso, o que tiver de mandar, mande agora.

Saudações triplóvicas

<estela></guedes>

Britiande, 8 de Julho de 2010

Maria Estela Guedes (1947, Portugal). Diretora do TriploV

ALGUNS LIVROS. “Herberto Helder, Poeta Obscuro”, Lisboa, 1979;  “Mário de Sá Carneiro”, Lisboa, 1985; “Ernesto de Sousa – Itinerário dos Itinerários”, Lisboa, 1987; “À Sombra de Orpheu”, Lisboa, 1990; “Prof. G. F. Sacarrão”, Lisboa, 1993; “Tríptico a solo”, São Paulo, 2007; “A poesia na Óptica da Óptica”, Lisboa, 2008; “Chão de papel”, Lisboa. 2009; “Geisers”, Bembibre, 2009; “Quem, às portas de Tebas? – Três artistas modernos portugueses”, São Paulo, 2010. ALGUNS COLECTIVOS. "Poem'arte - nas margens da poesia". III Bienal de Poesia de Silves, 2008, Câmara Municipal de Silves. Inclui CDRom homónimo, com poemas ditos pelos elementos do grupo Experiment'arte. “O reverso do olhar”, Exposição Internacional de Surrealismo Actual. Coimbra, 2008; “Os dias do amor - Um poema para cada dia do ano”. Parede, Ministério dos Livros Editores, 2009. TEATRO. Multimedia “O Lagarto do Âmbar, levado à cena em 1987, no ACARTE, com direcção de Alberto Lopes e interpretação de João Grosso, Ângela Pinto e Maria José Camecelha, e cenografia de Xana; “A Boba”, levado à cena em 2008 no Teatro Experimental de Cascais, com encenação de Carlos Avilez, cenografia de Fernando Alvarez  e interpretação de Maria Vieira. 

   
   

 

 

 


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